
Adolescência Espiralar
Contexto: Nono ano de uma escola particular em São Paulo.
Objetivos: Elaborar uma pintura para uma parede da escola inspirada nas emoções mais marcantes da adolescência;
Compreender melhor a adolescência através de expressões artísticas, auxiliando-os a navegar pelas complexidades e mudanças inerentes à essa fase de forma mais saudável.
Metodologias: Arte educação e Educação Socioemocional.
Materiais de suporte: Instalação da artista Tadáskia - ave preta mística mystical black bird; livro Performances do Tempo Espiralar - Leda Maria Martins;
Técnicas: Pintura intuitiva com giz pastel; Rodas de conversa; Leitura de obras; Pintura coletiva em mural;
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1. O que é ser adolescente no mundo contemporâneo?
Depois de conhecerem a obra e o processo da artista Tadáskia, os estudantes foram provocados a responder à pergunta "O que é ser adolescente no mundo contemporâneo?" através de desenhos intuitivos.

2. Análise e conversa sobre os desenhos
Depois de prontos, cada estudante buscou dar palavras ao que havia desenhado, convergindo em uma elaboração coletiva sobre o que significa ser adolescente no mundo contemporâneo. Neste momento chegamos à palavra "espiral", para eles a fase é permeada por emoções e acontecimentos espiralares.

3. Pintura coletiva de mural
Depois de conversarmos, começamos os exercícios de pintura coletiva de mural. Nestes momentos os estudantes enfrentavam juntos os desafios e os prazeres de um processo artístico, demandando diálogo e colaboração do grupo.

4. Pesquisa criativa
Desde o princípio eles foram incentivados a pesquisar referências, e, em dado momento, uma das paredes da sala de aula transformou-se em um mural de referências e imagens dos murais que estávamos exercitando.

5. O dia da pintura
Depois de muitos exercícios, pesquisas de referências e conversas, o esboço final foi concluído, e, chegou o dia de executarmos a pintura na parede da escola.

6. Apresentação da parede.
O resultado final se tornou um reflexo vivo e pulsante da fase da adolescência. O projeto permitiu que o grupo refletisse de forma sensível sobre essa etapa da vida, olhando-a sob novas óticas e perspectivas. A obra final não apenas encheu a escola de vida e cor, mas também gerou uma crítica muito positiva do corpo escolar, solidificando o sucesso da iniciativa